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Pesquisa Encontra Agrotóxico Na água De Santa Isabel E Região - Jornal Bom Dia

Pesquisa Encontra Agrotóxico Na água De Santa Isabel E Região

Pesquisa Encontra Agrotóxico Na água De Santa Isabel E Região

Os dados são do Ministério da Saúde e foram obtidos após uma investigação em conjunto com a Agência Pública e a Organização suíça Public Eye. De acordo com o levantamento, a água de ao menos 1 em cada 4 Municípios, foi detectada com 27 agrotóxicos. Em Santa Isabel, 2 deles estão em concentração acima do limite considerado seguro no Brasil.

A informação do Ministério da Saúde foi divulgada na tarde desta quarta-feira, 17, e reportada pela Revista Exame e demais veículos de comunicação. A revelação deu conta de que a água do isabelense está contaminada com substâncias que podem causar doenças graves.

Dos 27 agrotóxicos encontrados na água do Município, 11 são associados a doenças crônicas como câncer, defeitos congênitos e distúrbios endócrinos. O mesmo número de agrotóxicos foi encontrado no Município de Arujá. A diferença é que nenhuma substância foi detectada acima dos limites brasileiros ou europeus na água dos arujaenses.

O teste feito na água de Igaratá também não obteve o melhor resultado. Com 9.443 habitantes, a cidade também possui 27 agrotóxicos encontrados na água, sendo 11 associados a doenças crônicas como câncer, defeitos congênitos e distúrbios endócrinos. O mais chocante, no entanto, é o número de agrotóxicos detectados na água do igarataense que estão acima do limite considerado seguro na União Européia. De acordo com o Ministério da Saúde, ao menos 22 das 27 substâncias encontradas na água de Igaratá, estão acima do limite.

A mistura de diferentes agrotóxicos encontrados na água de Santa Isabel, Arujá foi localizada entre 2014 e 2017. Nesse período, as empresas de abastecimento de 1.396 municípios detectaram todos os 27 pesticidas que são obrigados por lei a testar. Desses, 16 são classificados pela Anvisa como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas.

Entre os locais com contaminação múltipla estão as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis e Palmas. As informações são parte do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), que reúne os resultados de testes feitos pelas empresas de abastecimento.

Sobre as medidas que estão sendo adotadas em relação as substâncias encontradas na água dos Municípios, o Ministério da Saúde informou que ações de controle e prevenção só podem ser tomadas quando o resultado do teste ultrapassa o máximo permitido em Lei. No entanto, no Brasil, não há um limite fixado  para regular a mistura de substâncias.

O Ministério da Saúde reconheceu que a exposição aos agrotóxicos é considerada um grave problema de saúde pública, podendo gerar a puberdade precoce, aleitamento alterado, diminuição da fertilidade feminina e na qualidade do sêmen, além de alergias, distúrbios gastrintestinais, respiratórios, endócrinos, neurológicos e neoplasias.

 

 

 

 

 

 

COQUETEL TÓXICO

Os paulistas foram os que mais beberam esse coquetel nos últimos anos. O estado foi recordista em número de municípios onde todos os 27 agrotóxicos estavam na água. São mais de 500 cidades, incluindo a grande São Paulo – Guarulhos, São Bernardo do Campo, Santo André e Osasco – além da própria capital. E algumas das mais populosas, como Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto e Sorocaba. O Paraná foi o segundo colocado, com coquetel presente em 326 cidades, seguido por Santa Catarina e Tocantins.

Mesmo quando se olha a contaminação de cada agrotóxico isoladamente, o quadro preocupa. Dos 27 agrotóxicos monitorados, 20 são listados como altamente perigosos pela Pesticide Action Network, grupo que reúne centenas de organizações não governamentais que trabalham para monitorar os efeitos dos agrotóxicos.

O Ministério da Saúde diz que a vigilância sanitária dos municípios e dos estados deve dar o alerta aos prestadores de serviços de abastecimento de água para que tomem as providências de melhoria no tratamento da água.