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Adolescente Com H1n1 Foi Diagnosticada Com Virose Na Upa - Jornal Bom Dia

Adolescente Com H1n1 Foi Diagnosticada Com Virose Na Upa

Adolescente Com H1n1 Foi Diagnosticada Com Virose Na Upa

Ana Júlia Higino Borges, de 13 anos deu entrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Santa Isabel no sábado, 1º de junho, com infecção no pulmão, no sangue e na urina, conforme exames feitos anteriormente. Segundo a família, o médico de plantão dispensou a criança alegando se tratar de virose.  No entanto, no dia seguinte veio a confirmação: H1N1.

“Não passou remédio nenhum e só falou que era virose. Minha irmã sofreu negligência médica, pois liberaram ela mesmo com os exames constatando as infecções. Isso é um absurdo!”, disse Mélody Higino, que acompanhou todo o tratamento da irmã.

No domingo, 2, de manhã, Ana Júlia apresentou febre alta e dores no corpo. A família voltou à UPA com os exames em mãos e com a criança bastante debilitada.

“Assim que mostramos os exames para o médico, ele não acreditou que tinham liberado minha irmã no dia anterior. Ele disse que ela estava toda infeccionada e não poderiam liberar a minha irmã.

Mélody disse que a primeira suspeita era de meningite, mas logo depois diagnosticaram Ana Júlia com H1N1. Ela chegou a permanecer em uma sala de isolamento na UPA e logo foi transferida para a Santa Casa de Misericórdia da cidade. “Ela começou o tratamento com o Tamiflu (um composto antiviral que reduz a multiplicação do vírus da gripe), desde domingo, mas só descobriram que era H1N1 na Santa Casa. Graças a Deus corremos com a minha irmã atrás de socorro e conseguimos diagnosticar em tempo. Agora ela está bem, está em casa e continua o tratamento de casa mesmo”, explicou.

O Vereador Zé da Mula ficou sabendo do caso e fez a intervenção com a Santa Casa de Santa Isabel para conseguir os equipamentos necessários para o exame. Os equipamentos foram emprestados da Santa Casa. Mélody salientou o auxílio do veredaor e lamentou ter que necessitar de intervenção para conseguir atendimento médico.

 “Ficamos dois dias no isolamento na UPA com suspeita de meningite e se realmente fosse meningite, minha irmã iria morrer na UPA porque o exame poderia ser feito na UPA, pois não tinha os equipamentos necessários. Além disso, não poderia fazer a transferência da minha irmã para a Santa Casa, onde tinham os equipamentos”, disse.

Mélody lamentou a falta de equipamentos na Unidade e mostrou preocupação com o caso, lembrando que o progresso da meningite é muito rápido e quem precisar exames e tratamentos de imediato, pode vir a óbito.

“É muito importante que o Município inclua os exames de meningite e tratamento na UPA, pois o progresso é muito rápido. Se minha irmã realmente tivesse essa doença, teria morrido, certamente. O que vai adiantar ficar no isolamento sem realizar o tratamento?”, questionou.

Mélody lembrou que os médicos chegaram a dizer que os sintomas da meningite são bastante semelhantes ao da H1N1 e por isso da importância de um diagnóstico rápido. “Isso que causa mais medo. Minha irmã estava roxa nos braços e o maior desespero foi não saber se era meningite ou não, pois o município não tem recursos dentro da UPA, pois se é uma doença que mata muito rápido, deveria ter recursos dentro dos hospitais”, reforçou.

NÃO TEM VACINA

No início da semana, o Ministério da Saúde liberou a vacina contra a H1N1 para toda a população, através do Governo do Estado de São Paulo. Porém, na quarta-feira, 5, somente a Unidade de Saúde do Brotas disponibilizava pouco mais de mil doses da vacina, que já não existe mais no município.

À reportagem do Jornal Bom Dia, a Secretária Municipal de Saúde, Estela Santana informou sobre a redução do estoque.

“Essa vacina é fornecida pelo Ministério da Saúde, através da Secretaria do Estado de Saúde e nós seguimos aguardando o envio de novas doses. Terminando, ficamos na dependência do estado enviar mais doses da vacina”, informou.

Ontem, 7, nossa reportagem entrou em contato novamente com a Secretária de Saúde para esclarecer a confirmação do caso de H1N1 em Santa Isabel. No entanto, até o fechamento desta edição, não recebemos retorno.